27
Jul
diante de tudo que aconteceu nessa última semana, impossível que eu não falasse qualquer coisa. tá mais do que decretada toda a minha paixão pelo corinthians, especialmente depois que Sir Mano Menezes assumiu e fez com a gente (veja, falo no plural) fosse um time melhor, diferente. não há como agradecer, não tem como não se emocionar. já chorei vendo entrevistas e vídeos, homenagens e ontem, clandestinamente, acompanhei a convocação. apesar de não gostar do neymar, e é só dele e de mais alguns (bayer, bala, sávio e renatinho) que não gosto, me agradou. primeiro por ter um corinthiano e segundo por ter o andré santos, que é rei. não achei que ele fosse ser caseiro, ia ser justo, como sempre foi, mano, como sempre.

estou longe de ser uma estudiosa de futebol, mas gostei, e dia 10 estarei lá, vendo meu ex-técnico vestindo seu agasalho verde-amarelo.

e em 2014, é nóis, mano!

14
Jul
não sou fã de grandes comemorações, mas acho que toda grande data deve ser lembrada.

aprendi que as boas coisas se vivem todo dia, e quando as grandes datas chegam, é preciso reconhecê-las e, cada um de sua maneira, aproveitar.

sou a favor dos presentes, veja bem, quem não é? eu gosto de acertar e sei que não sou fácil de acertar.

hoje, ele acertou, assim como acertou em cheio ao me convidar pra uma festa, 376 dias atrás.

se isso não é amor, não sei o que pode ser.

10
Jul
tirei no dia 23, um dia antes da formatura da irmã.

voltei a vida normal de engole uma rosinha todo dia as 21h. não posso reclamar, tudo está voltando ao normal. voltando esse, que segundo o amigo médico, pode levar 1 ano. tempo esse que terei que agüentar quieta os efeitos que essa porcaria deixou no meu corpo.

alguns eu vou levar marcados na pele (viva) e outros eu espero perder nesse 1 ano.

e agora, endocrinologista e nutricionista, baixar esse colesterol, essa glicemia e dar adeus aos meus docinhos e vodkinhas.

fitness, ai vou eu.

26
Jun
todo mundo fala da segregação das gordinhas nas lojas de departamentos, no mundo, na vida e tudo mais. eu concordo que é uma chatice você ter que ficar perguntando pra vendedor se tem a calça no tamanho x e ele falar que “só trabalhamos até o 42″. amigo, não fode.

aí, no meu caso, quando acho uma calça ou camiseta ou qualquer coisa que me sirva, ELAS FICAM CURTAS. é algo absurdo, porque você imagina que alguém que usa um “plus size” realmente tem só 1,60m? aliás, realmente, vocês pensam que o mundo parou de crescer? é algo que me incomoda muito, porque além de sofrer com a falta de tamanho das coisas EM GERAL, ainda tenho que ficar usando calça CURTA?

no final das contas, todos que não se adequam ao padrãozinho, se fodem.

então, falando com a minha mãe hoje, talvez seria uma coisa interessante separar tudo de uma vez? tipo, façam seções para magrelos, para “normais”, gordinhos, altos, baixinhos. assim, geral fica rotulada e ninguém fica constrangido de ter que pedindo as coisas pros outros. e ah, criem provadores separados também, que tal?

movimento separatista mesmo, até porque adoraria, no mundo que existe na minha cabeça, que uma magrinha pedisse algo em uma loja e ouvisse “não temos o teu tamanho”.

25
Jun
que eu prefiro ficar até tarde acordada e dormir até meio dia não é novidade pra ninguém, mas que isso sempre aconteceu, é novidade.

ontem, mais de 23h, depois de um dia de trabalho e horas andando no shopping, eu estava a mil dentro de casa. chegava a ser irritante, segundo minha mãe. eis que, ela começa a contar que sempre foi assim, que ainda bebê, eu dava aquela canseira nela, indo dormir beeeem depois da meia noite e fazendo ela pensar que eu morri, pois já era meio dia e nada de eu acordar.

ela teve dó de me colocar pra estudar de manhã, e até hoje eu sou um vegetal regado a café até as 10h. não me peça as coisas antes desse horário, ou elas demorarão a sair ou sairão duvidosamente boas.

veja, viveria numa boa pelas madrugadas e dormindo quando tem sol, quem não? não que eu defenda empregos em que se entra as 10 e trabalha-se até as 20h (coisa normal pra maioria), mas pra explicar como me sinto em relação a carga horária de trabalho, isso não seria um post e sim uma reclamatória sindical.

20
Jun
eu lembro como se fosse ontem de ver o brasil ganhando o tetra. 1994, eu estava na casa do meu tio em São Carlos, SP. Vi junto da família toda, e ainda lembro de voltar pra Ribeirão Preto depois do jogo, com uma camisa já ultrapassada, que ainda era tri, e ver toda aquela gente na rua, aquele monte de carro com as luzes de freio acesas na avenida 7 de setembro, onde minha avó ainda morava. fiquei dias abobada com aquela sensação de ter ganho algo, como se eu fizesse parte daquilo. eu tinha 9 anos.

1998 rolou TODA aquela baixaria com a França, prefiro não comentar, era minha segunda copa e eu tentei engolir toda a história que foi contada. Em 2002 eu tava no cursinho, e nem me lembro quantas foram as aulas que eu deixei de ir pra poder ir no Pátio São Miguel ver jogos e tomar café. Naquele mês minhas finanças sofreram baixas e eu pude comemorar, de novo, dentro de casa. engraçado é que não lembro muito bem de como foi o jogo, talvez porque não fosse minha primeira copa e/ou não rolou todo o drama vamosprospênaltis.

2006 eu estava no último ano de faculdade e meu orientador dizia que se quiséssemos algo, era pra procurá-lo em determinado bar. novamente, França fodendo com a nossa vida, DE NOVO. nesse dia, lembro de ligar pro meu pai, um tanto quanto alcoolizada e chorar. Ele me perguntava porque eu estava daquele jeito, eu não sabia responder. hoje penso que naquele dia, ao contrário do que senti 94, algo foi roubado de mim, e eu me neguei a reconhecer que é assim, futebol nasceu pra fazer a gente sofrer.

e agora, em minha primeira copa, a que tenho que dividir com meus compromissos profissionais, burlo algumas regras e corro pra tv de vez em quando, vejo parciais pela internet e me irrito com a empresa que “libera mas paga banco de horas” e com gente corneta (vuvuzelameu*). copa é coisa séria, é futebol de primeira linha, é entender tática e não ficar esperando show. é torcer pros azarões mas esperar que eles não sejam uma pedra no sapato.

então, desculpae se eu sou grossa com quem gosta de futebol na copa, quem grita que o técnico é burro e nem sabe a escalação, quem torce pra outra seleção só pra ser cool. já expliquei minha relação com futebol por aí, e esse ano eu não quero me sentir roubada de novo.

25
May
quando eu sai de casa não achei que seria fácil, mas não podia imaginar que seria tão desafiador. primeiro por ter que lidar com a falta de pai e mãe pra correr quando dá saudade, medo e as coisas apertam. sinto, diariamente, uma saudade absurda do meu pai e da minha mãe, de poder falar com eles na mesa do almoço, ver jornal hoje com meu pai e falar bobeiras e analisar casos com a minha mãe.

sinto mais falta da minha irmã menor, minha mini-me, versão ruiva natural e saudável. eu digo que é a versão melhorada dos silveiras. a irmã do meio é souza, tá na cara e não tem como negar, e, mesmo morando junto, nos vemos menos do que gostaria, mas, é a vida de quem fica tão pouco em casa. deixei pra trás também melhores e bons amigos, que me faziam companhia em qualquer hora, que, ainda hoje, mesmo de longe, fazem parte de tudo que eu considero mais importante na minha vida.

e agora, por alguns meses, terei que lidar com a distância dele, mesmo que por alguns dias, mas o suficiente pra tornar minhas noites mais longas, em que tento me entreter pintando as unhas e/ou vendo futebol.

uma lição eu aprendi com essa coisa de falta, saudade e distância: eu preciso me suportar. aguentar meus pensamentos, minhas neuroses e minhas horas vagas, tentar não pensar que vai dar tudo errado e ir logo dormir.

26
Apr
foi infernal.

cai bem naqueles 6% das mulheres que tem TODAS as reações adversas possíveis: engordam, menstruam loucamente (no meu caso, nenhuma com menos de 15 dias – no total de 6), humor fica de cão, etc etc etc.

fui lá, coloquei pensando na alegria de não ter filhos por 3 anos, de parar de menstruar e não ter mais tpm. tá bom, contra outra.

na sexta me livrei dele. com uma incisão minúscula e um ponto, me livrei do que talvez tenha ferrado meu metabolismo e meu psiquismo por 6 meses.

ó só que gatinho meu braço!

aguardem cenas dos próximos capítulos.

19
Apr
café da manhã dos campeões: 2 pães de mel, nutella e bono de chocolate + laranjinha. enquanto eu comia pão, margarina e muito café preto.

teve título, depois teve mike ness, e festa.

o melhor final de semana do ano.

12
Apr
não decepcionam, ou quase nunca. você gosta deles, se tem o seu número, serve, é quase certo que você vai acabar levando-o para casa, a não ser que o preço seja mais do que sua consciência permita pagar.

sapatos, se tem uma boa forma e qualidade (não digo marca), servem, te deixam mais feliz, etc e tal.

tenho várias teorias furadas sobre sapatos. todas pra justificar gastar com eles e com tecnologia, mais sílabas que minha conta bancária permitem.