Aug
eu gosto de comer, sempre gostei, e claro, por não ter sido abençoada com um metabolismo de beija-flor, já muito danificado pela quantidade de remédios tomada durante algumas crises de asma, bronquite e alergias (santa corticóide); me entreguei ao fabuloso mundo gastronômico de Curitiba e isso me rendeu alguns, muitos, pneus a mais. não sou menos feliz por isso, mas, em cima de toda essa altura, qualquer peso a mais pesa 2x.
então, dei adeus as visitas ao outback, as idas ao pizza hut, ao mangiare e todos esses lugares felizes e me entreguei as saladinhas e iogurtes com gelatina (é bom, acreditem). o resultado está vindo, primeiro pelo ânimo que consigo ter diante de uma nutricionista não-radical e não-esquelética, que entende que comer é bom e a gente não tem que sofrer com isso.
por isso, prometo voltar a esse assunto chato e neurótico apenas quando tiver chegado ao 50% da minha meta, sem tempo determinado, mas com a intenção de que os resultados se mantenham tempo suficiente pra eu não mais me privar de nada nem ficar contando calorias por ai.